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Novamente! verificamos que a intransigência é da Diretoria do Banco da Amazônia, que não se importa nem com seus funcionários nem com seus clientes, apenas forçando a continuação da Greve por capricho com tendências megalomaniacas ou será de caso pensado com um objetivo mais obscuro do que possamos imaginar.
Analisando o histórico do quadro funcional do "banco do basa" (algumas pessoas no interior assim o denominam), imagino que os funcionários antigos incentivavam os filhos a serem empregados do "basa" (grafia em minúsculo, proporcional ao tamanho). Aí me pergunto, será que continua o "glamour"? acredito que não, pois tenho dois filhos e vendo toda a situação em que estamos sendo submetidos (interdito proibitório, dissídio coletivo, capaf falindo, casf sendo descredenciada em diversas especialidades, etc.), pergunta se ainda querem ser funcionário do "banco do basa", mesmo considerando mercado de trabalho. E pensar que já tive duas oportunidades de sair do banco, mas por causa da faculdade(já abandonei duas)preferir continuar sendo sub-bancário.
Mas como dizem: o futuro a Deus pertence, e quem sabe no futuro eu deixo a condição de sub-bancário.
Mas como dizem: o futuro a Deus pertence, e quem sabe no futuro eu deixo a condição de sub-bancário.
Colega Luiz, concordo que um profissional formado que dispendeu recursos próprios deve receber no mínimo o piso de sua categoria, mas como este espaço é para livre discussão tenho que discordar quando o Sr. se refere às diárias recebidas pelo uso de seu próprio veículo, são muito boas e da para além de pagar combustível e manutenção, inclusive pagar a prestação de um carro popular(de acordo com o número de diárias e quilometragem/mês)geralmente usados pelos TCs. Estou certo do que estou afirmando pois convivo em agência e o que ja vi dentro do banco não foge à minha afirmação, o que é, é, o que não é.....
Processo Nº DC-7433-50.2011.5.00.0000
Suscitante: Banco da Amazônia S. A.
Advogado: Dr. Marçal Marcellino da Silva Neto
Suscitado(a): Confederação Nacional dos Trabalhaodres nas Empresas de
Crédito - Contec
Suscitado(a): Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro -
Contraf
Suscitado(a): Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Estado do Maranhão
O Banco da Amazônia S/A propõe Dissídio Coletivo de Natureza Econômica e de Greve contra CONTEC - Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito, CONTRAF - Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro e SEEB/MA - Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Estado do Maranhão.
Narra, em síntese, a ocorrência de reuniões com os Suscitados com o objetivo de celebrar Acordo Coletivo de Trabalho. Afirma que os Réus rejeitaram a proposta final de acordo, que, em termos econômicos, é mais favorável do que o celebrado pelos Suscitados com a FENABAN. Informa ser a única instituição financeira ainda em greve. Assevera que a rejeição da proposta decorreu de
questões internas das entidades sindicais. Argumenta que a inexistência de "comum acordo" não impede a instauração do Dissídio Coletivo. Aduz ser abusiva a paralisação. Requer a concessão de medida liminar para que seja determinado o imediato retorno dos empregados ao trabalho. Confirmo a distribuição realizada, nos termos regimentais. No que toca à medida liminar pretendida, o Suscitante não apresenta argumento consistente para fundamentar quer o fumus boni iuris, quer o periculum in mora.
Pelos documentos acostados, há indícios de que a greve foi deflagrada nos termos da Lei nº 7.783/1989, diante de impasses nas negociações - o que, como é notório, gerou paralisação de âmbito nacional da categoria dos bancários. A atividade bancária - à exceção dos serviços de compensação,
cuja paralisação não se cogita na espécie - não é enquadrada como essencial para os fins da Lei de Greve (art. 10, Lei nº 7.783/1989).
Na forma do art. 860 da CLT, deve ser designada audiência para a tentativa de conciliação entre as partes, ocasião em que decidirei acerca da medida liminar.
Quanto ao pedido de concessão de prazo para juntada de procuração pelo advogado subscritor da petição de apresentação de documentos, não procede, por não se tratar de ato urgente. Não obstante, com espeque no art. 764 da CLT, determino que a procuração respectiva seja acostada até a data da audiência de conciliação, sob pena de desentranhamento dos documentos
juntados.
Ante o exposto:
a. indefiro, por ora, o pedido liminar;
b. designo audiência de conciliação para o dia 27.10.2011, às 16 horas; e
c. determino que seja regularizada a representação da Ré até a data da audiência acima designada, sob pena de desentranhamento dos documentos apresentados.
Intimem-se as partes, dando-lhes ciência da data, horário e local da Audiência de Conciliação e Instrução.
Oficie-se à Procuradoria-Geral do Trabalho.
Publique-se.
Brasília, 25 de outubro de 2011.
Firmado por assinatura digital (MP 2.200-2/2001)
MARIA CRISTINA IRIGOYEN PEDUZZI
Ministra Vice-Presidente do TST
Suscitante: Banco da Amazônia S. A.
Advogado: Dr. Marçal Marcellino da Silva Neto
Suscitado(a): Confederação Nacional dos Trabalhaodres nas Empresas de
Crédito - Contec
Suscitado(a): Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro -
Contraf
Suscitado(a): Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Estado do Maranhão
O Banco da Amazônia S/A propõe Dissídio Coletivo de Natureza Econômica e de Greve contra CONTEC - Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito, CONTRAF - Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro e SEEB/MA - Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Estado do Maranhão.
Narra, em síntese, a ocorrência de reuniões com os Suscitados com o objetivo de celebrar Acordo Coletivo de Trabalho. Afirma que os Réus rejeitaram a proposta final de acordo, que, em termos econômicos, é mais favorável do que o celebrado pelos Suscitados com a FENABAN. Informa ser a única instituição financeira ainda em greve. Assevera que a rejeição da proposta decorreu de
questões internas das entidades sindicais. Argumenta que a inexistência de "comum acordo" não impede a instauração do Dissídio Coletivo. Aduz ser abusiva a paralisação. Requer a concessão de medida liminar para que seja determinado o imediato retorno dos empregados ao trabalho. Confirmo a distribuição realizada, nos termos regimentais. No que toca à medida liminar pretendida, o Suscitante não apresenta argumento consistente para fundamentar quer o fumus boni iuris, quer o periculum in mora.
Pelos documentos acostados, há indícios de que a greve foi deflagrada nos termos da Lei nº 7.783/1989, diante de impasses nas negociações - o que, como é notório, gerou paralisação de âmbito nacional da categoria dos bancários. A atividade bancária - à exceção dos serviços de compensação,
cuja paralisação não se cogita na espécie - não é enquadrada como essencial para os fins da Lei de Greve (art. 10, Lei nº 7.783/1989).
Na forma do art. 860 da CLT, deve ser designada audiência para a tentativa de conciliação entre as partes, ocasião em que decidirei acerca da medida liminar.
Quanto ao pedido de concessão de prazo para juntada de procuração pelo advogado subscritor da petição de apresentação de documentos, não procede, por não se tratar de ato urgente. Não obstante, com espeque no art. 764 da CLT, determino que a procuração respectiva seja acostada até a data da audiência de conciliação, sob pena de desentranhamento dos documentos
juntados.
Ante o exposto:
a. indefiro, por ora, o pedido liminar;
b. designo audiência de conciliação para o dia 27.10.2011, às 16 horas; e
c. determino que seja regularizada a representação da Ré até a data da audiência acima designada, sob pena de desentranhamento dos documentos apresentados.
Intimem-se as partes, dando-lhes ciência da data, horário e local da Audiência de Conciliação e Instrução.
Oficie-se à Procuradoria-Geral do Trabalho.
Publique-se.
Brasília, 25 de outubro de 2011.
Firmado por assinatura digital (MP 2.200-2/2001)
MARIA CRISTINA IRIGOYEN PEDUZZI
Ministra Vice-Presidente do TST
QUEM TEM QUE TER MEDO DE DISSÍDIO É ESSA DIRETORIA INCOMPETENTE OLHA OS LUCROS DO BANCO QUE VERGONHA ISSO É PROVA DA INCOMPETÊNCIA DE SEU abdias E SUA GANG!! SE TIVER QUE IR AO TST NÓS IREMOS TEMOS ARGUMENTOS DE SOBRA COM DADOS FUNDAMENTADOS E FINANCEIROS HISTÓRICOS QUE SOMOS SIM INJUSTAMENTE SUBBANCÁRIOS DOS BANCOS PÚBLICOS FEDERAIS!! FORA ABDIAS VOCÊ E SUA GANG NÃO VÃO DEIXAR SAUDADES VAMOS ATÉ FAZER UMA FESTA QUANDO FORES EMBORA!!
QUANDO TUDO ISSO ACABAR O CLIMA VAI FICAR PÉSSIMO NO BASA, POIS, A MAIORIA DO BANCÁRIOS DO BASA QUER QUE ESSA DIRETORIA DESAPAREÇA, NÃO TÊM CLIMA ATÉ PRA RECEBER UMA MENSAGEM DE NATAL QUE SEMPRE ESSE CIDADÃO ABDIAS FALANDO EM NOME DE JESUS O MENINO QUE ACABA DE NASCER SEMEANDO A ESPERANÇA A PAZ PRA DEPOIS SACANEAR COM OS TRABALHADORES ESSES PRESIDENTE E DIRETORES SÃO AQUELES MESMOS FARISEUS HIPÓCRITAS, SEPULCROS CAIADOS, MAS POR DENTRO SÃO PODRES E NÃO RESPEITAM OS TRABALHADORES FORA DAQUI ABDIAS E SUA GANG!!
...A SENADORA TEM RAZÃO, O BANCO HOJE NAO É DE DESENVOLVIMENTO, NÃO É UM BANCO COMERCIAL NÃO TEM IDENTIDADE, É REALMENTE ATRASADO EM SEUS PROCESSOS...E O PIOR, HOJE É FUNCIONARIOS, CLIENTES E A OPINIAO PUBLICA E INSASTIFEITOS....E OS RESULTADOS PROMETIDOS PELOS RESPONSAVEIS PELAS MUDANÇAS, CADÊ?
LIGUEM PARA O ACRE (68) 3224-4188
E MANDEM EMAIL : seebac@presidencia.com.br
Greve: Na capital, bancários aceitam proposta do Banco da Amazônia PDF Imprimir E-mail
Qui, 20 de Outubro de 2011 23:41
Basa_-_Elmira_e_Jorge_LuizNo 24º dia de greve dos funcionários do Banco da Amazônia, a direção do Banco da Amazônia apresentou uma nova proposta em negociação com o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, em Belém.
Na proposta específica, apresentada na manhã desta quinta-feira, o Banco da Amazônia reafirmou que seguirá o reajuste da Fenaban de 9% sobre todas as verbas (aumento real de 1,5% acima da in?ação) e o não desconto dos dias parados na greve, que serão compensados até o dia 17 de dezembro, na mesma fórmula do ano passado (compensar 1h da jornada para cada 2h de greve).
O banco propõe também valorização do piso salarial, que passará de R$ 1.252,00 para R$ 1.520,00 (aumento de 21,32%), sem reflexo na tabela do plano de carreira.
Quanto ao modelo de PLR, o Banco da Amazônia irá adotar a mesma fórmula do ano passado (6,25% do lucro líquido + 3% de PLR social), com a seguinte distribuição: 40% linear e 60% proporcional à remuneração, havendo uma antecipação de PLR no valor de R$ 500,00.
Por força da greve e pressão das entidades sindicais, o banco se compromete a implantar o ponto eletrônico na vigência do acordo (havendo uma tolerância para a implementação até dezembro de 2012).
A proposta da instituição foi levada para apreciação dos bancários. Na capital acreana, os bancários resolveram aceitar a proposta, assim com as agências abrindo para o público a partir das 8h da manhã desta sexta-feira.
Na matriz do Banco da Amazônia, na cidade de Belém (PA), os bancários rejeitaram a proposta e a greve continua nesta sexta-feira.
E MANDEM EMAIL : seebac@presidencia.com.br
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Qui, 20 de Outubro de 2011 23:41
Basa_-_Elmira_e_Jorge_LuizNo 24º dia de greve dos funcionários do Banco da Amazônia, a direção do Banco da Amazônia apresentou uma nova proposta em negociação com o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, em Belém.
Na proposta específica, apresentada na manhã desta quinta-feira, o Banco da Amazônia reafirmou que seguirá o reajuste da Fenaban de 9% sobre todas as verbas (aumento real de 1,5% acima da in?ação) e o não desconto dos dias parados na greve, que serão compensados até o dia 17 de dezembro, na mesma fórmula do ano passado (compensar 1h da jornada para cada 2h de greve).
O banco propõe também valorização do piso salarial, que passará de R$ 1.252,00 para R$ 1.520,00 (aumento de 21,32%), sem reflexo na tabela do plano de carreira.
Quanto ao modelo de PLR, o Banco da Amazônia irá adotar a mesma fórmula do ano passado (6,25% do lucro líquido + 3% de PLR social), com a seguinte distribuição: 40% linear e 60% proporcional à remuneração, havendo uma antecipação de PLR no valor de R$ 500,00.
Por força da greve e pressão das entidades sindicais, o banco se compromete a implantar o ponto eletrônico na vigência do acordo (havendo uma tolerância para a implementação até dezembro de 2012).
A proposta da instituição foi levada para apreciação dos bancários. Na capital acreana, os bancários resolveram aceitar a proposta, assim com as agências abrindo para o público a partir das 8h da manhã desta sexta-feira.
Na matriz do Banco da Amazônia, na cidade de Belém (PA), os bancários rejeitaram a proposta e a greve continua nesta sexta-feira.
COLEGAS PARTILHO COM VOCÊS O LINK http://www1.jornaldotocantins.com.br/#22out2011/economia-97025/gestao_-_katia_critica_basa_em_reuniao_com_dirigentes_rurais_da_regiao_norte ONDE NA EDIÇÃO DE SÁBADO DO JORNAL DO TOCANTINS, A SENADORA DESTE ESTADO, KÁTIA ABREU, FAZ ALGUMAS COLOCAÇÕES EM TOM DE ACUSAÇÃO A RESPEITO DO BANCO E SUGERINDO AUDIÊNCIA PÚBLICA NO CONGRESSO, MAIS GRAVE AINDA ELA AFIRMA QUE O BANCO PODE ATÉ FECHAR, ELA COMO PRESIDENTE DA CNA ESTÁ DEFENDENDO SUA CATEGORIA É CLARO. ENTÃO É MAIS URGENTE AINDA QUE DEFENDAMOS A NOSSA, É HORA DE COLOCARMOS O BANCO NO CENÁRIO NACIONAL, PARA QUE ASSIM CONSIGMOS DESVENDAR OS MISTÉRIOS QUE ENVOLVE O BANCO DA AMAZÕNIA COMO A CONTRATAÇÃO DA COBRA, QUE ATÉ AGORA NADA RESOLVEU, O PROBLEMA DA CAPAF, O SEGURO QUE BENEFICIA A DIRETORIA ENTRE OUTROS, QUE SÓ TEM CAUSADO GASTOS PARA O BANCO EM BENEFICIO DE SE SABE LÁ QUEM...
ESTAMOS CAMINHANDO PARA 30 DIAS PARADOS E ESTA DIRETORIA PARECE NÃO ESTÁ PREOCULPADA COM A IMAGEM DO BANCO PERANTE A SOCIEDADE E MUITO MENOS COM OS PREJUIZOS CAUSADOS, POIS NESTE MOMENTO ONDE AS CONTRATAÇÕES DO PLANO SAFRA 2011/2012 DEVERIAM ESTA A TODO VAPOR ESTÃO PARALISADAS SENDO ASSIM IRREVERSÍVEL POIS O PERÍODO PARA AS CONTRATAÇÕES NO CRÉDITO RURAL DEVEM SER EM TEMPO HÁBIL PARA APROVEITAMENTO DAS CHUVAS, QUE NÃO ESPERARÁ POR UMA RESPOSTA DESTA DIRETORIA QUANDO ELA REALMENTE ENTENDER. DEIXO UMA PERGUNTA. A INTERESSE DE QUEM ESTA DIRETORIA ESTA TRABALHANDO??? DA SOCIEDADE, DOS FUNCIONÁRIOS, DOS CLIENTES OU DE UM PEQUENO GRUPO QUE ESTÁ NA ALTA CÚPULA? SERÁ QUE TEM MAIS ALGUM MISTÉRIO???
FLORA
ESTAMOS CAMINHANDO PARA 30 DIAS PARADOS E ESTA DIRETORIA PARECE NÃO ESTÁ PREOCULPADA COM A IMAGEM DO BANCO PERANTE A SOCIEDADE E MUITO MENOS COM OS PREJUIZOS CAUSADOS, POIS NESTE MOMENTO ONDE AS CONTRATAÇÕES DO PLANO SAFRA 2011/2012 DEVERIAM ESTA A TODO VAPOR ESTÃO PARALISADAS SENDO ASSIM IRREVERSÍVEL POIS O PERÍODO PARA AS CONTRATAÇÕES NO CRÉDITO RURAL DEVEM SER EM TEMPO HÁBIL PARA APROVEITAMENTO DAS CHUVAS, QUE NÃO ESPERARÁ POR UMA RESPOSTA DESTA DIRETORIA QUANDO ELA REALMENTE ENTENDER. DEIXO UMA PERGUNTA. A INTERESSE DE QUEM ESTA DIRETORIA ESTA TRABALHANDO??? DA SOCIEDADE, DOS FUNCIONÁRIOS, DOS CLIENTES OU DE UM PEQUENO GRUPO QUE ESTÁ NA ALTA CÚPULA? SERÁ QUE TEM MAIS ALGUM MISTÉRIO???
FLORA
COLEGAS PARTILHO COM VOCÊS O LINK http://www1.jornaldotocantins.com.br/#22out2011/economia-97025/gestao_-_katia_critica_basa_em_reuniao_com_dirigentes_rurais_da_regiao_norte ONDE NA EDIÇÃO DE SÁBADO DO JORNAL DO TOCANTINS, A SENADORA DESTE ESTADO, KÁTIA ABREU, FAZ ALGUMAS COLOCAÇÕES EM TOM DE ACUSAÇÃO A RESPEITO DO BANCO E SUGERINDO AUDIÊNCIA PÚBLICA NO CONGRESSO, MAIS GRAVE AINDA ELA AFIRMA QUE O BANCO PODE ATÉ FECHAR, ELA COMO PRESIDENTE DA CNA ESTÁ DEFENDENDO SUA CATEGORIA É CLARO. ENTÃO É MAIS URGENTE AINDA QUE DEFENDAMOS A NOSSA, É HORA DE COLOCARMOS O BANCO NO CENÁRIO NACIONAL, PARA QUE ASSIM CONSIGMOS DESVENDAR OS MISTÉRIOS QUE ENVOLVE O BANCO DA AMAZÕNIA COMO A CONTRATAÇÃO DA COBRA, QUE ATÉ AGORA NADA RESOLVEU, O PROBLEMA DA CAPAF, O SEGURO QUE BENEFICIA A DIRETORIA ENTRE OUTROS, QUE SÓ TEM CAUSADO GASTOS PARA O BANCO EM BENEFICIO DE SE SABE LÁ QUEM...
ESTAMOS CAMINHANDO PARA 30 DIAS PARADOS E ESTA DIRETORIA PARECE NÃO ESTÁ PREOCULPADA COM A IMAGEM DO BANCO PERANTE A SOCIEDADE E MUITO MENOS COM OS PREJUIZOS CAUSADOS, POIS NESTE MOMENTO ONDE AS CONTRATAÇÕES DO PLANO SAFRA 2011/2012 DEVERIAM ESTA A TODO VAPOR ESTÃO PARALISADAS SENDO ASSIM IRREVERSÍVEL POIS O PERÍODO PARA AS CONTRATAÇÕES NO CRÉDITO RURAL DEVEM SER EM TEMPO HÁBIL PARA APROVEITAMENTO DAS CHUVAS, QUE NÃO ESPERARÁ POR UMA RESPOSTA DESTA DIRETORIA QUANDO ELA REALMENTE ENTENDER. DEIXO UMA PERGUNTA. A INTERESSE DE QUEM ESTA DIRETORIA ESTA TRABALHANDO??? DA SOCIEDADE, DOS FUNCIONÁRIOS, DOS CLIENTES OU DE UM PEQUENO GRUPO QUE ESTÁ NA ALTA CÚPULA? SERÁ QUE TEM MAIS ALGUM MISTÉRIO???
FLORA
ESTAMOS CAMINHANDO PARA 30 DIAS PARADOS E ESTA DIRETORIA PARECE NÃO ESTÁ PREOCULPADA COM A IMAGEM DO BANCO PERANTE A SOCIEDADE E MUITO MENOS COM OS PREJUIZOS CAUSADOS, POIS NESTE MOMENTO ONDE AS CONTRATAÇÕES DO PLANO SAFRA 2011/2012 DEVERIAM ESTA A TODO VAPOR ESTÃO PARALISADAS SENDO ASSIM IRREVERSÍVEL POIS O PERÍODO PARA AS CONTRATAÇÕES NO CRÉDITO RURAL DEVEM SER EM TEMPO HÁBIL PARA APROVEITAMENTO DAS CHUVAS, QUE NÃO ESPERARÁ POR UMA RESPOSTA DESTA DIRETORIA QUANDO ELA REALMENTE ENTENDER. DEIXO UMA PERGUNTA. A INTERESSE DE QUEM ESTA DIRETORIA ESTA TRABALHANDO??? DA SOCIEDADE, DOS FUNCIONÁRIOS, DOS CLIENTES OU DE UM PEQUENO GRUPO QUE ESTÁ NA ALTA CÚPULA? SERÁ QUE TEM MAIS ALGUM MISTÉRIO???
FLORA
SENADORA KATIA ABREU, A SITUAÇÃO EM QUE O BANCO ENCONTRA-SE É MAL, MAS NÃO É CULPA DOS FUNCIONARIOS DAS AGÊNCIAS E DOS MENOS GRADUADOS. PODE OBSERVAR VISITANDO QUALQUER AGÊNCIA DO BANCO DA AMAZONIA QUE ENCONTRARÁ FUNCIONARIOS, DAS 7:30 AS 19:00 HORAS, TRABALHANDO E EMPENHADO EM EXECUTAR SUAS TAREFA. E SE O BANCO REALMENTE NÃO ENCONTRAR APOIO JUNTO AO GOVERNO PARA SE DESENVOLVER, INCLUSIVE COLOCADO PESSOAS NA DIREÇÃO QUE REALMENTE DIRECIONE O BANCO PARA AS FINALIDADES PARA AS QUAIS FOI CRIADO....É MELHOR QUE PROCUREM OUTRA SOLUÇÃO, E O FECHAMENTO OU INCORPORAÇÃO TEM QUE SER ANALISADO, POIS NÃO ESTÁ PRESTANDO UM SERVIÇO A POPULAÇÃO A CONTENTO COMO DEVE SER TODO ORGÃO PUBLICO.
Impressionante o enchimento de linguiça dessa proposta do banco eles falam como se o combate ao assédio moral e sexual , financiamento de pós-gradução, taxas menores para os bancários individados do BASA por conta de anos de defasagem dos seus salários que consta no acordo coletivo COMO SE FOSSE um ganho o ponto eletrônco nem era pra constar ja que é obrigatório por lei a partir de janeiro de 2012, todas essas políticas devem ser permanentes sem precisar está em acordo coletivo pra encher linguiça e o banco colocar como conquista prova assim a má fé dessa diretoria do BASA que mantem distância do trabalhador FORA DAQUI SEUS INCOMPETENTES na iniciativa privada ninguem quer esses diretores apadrinhados políticos e que têm seguros para cobrir decisões erras assim até eu sou diretor do BASA!!!!
O PRESIDENTE DO BASA ABDIAS FALA EM TRANSPARÊNCIA E RESPEITO MAS NO TEXTINNHO QUE MANDA AS SEGUNDA-FEIRAS ELE DIZ QUE APENAS 100 COLEGAS DECIDIRAM PELA GREVE, ISSO SIM SEU ABDIAS QUE É FALTAR COM O RESPEITO EM DIZER UMA COISA DESSA. EU LHE DESAFIO PRESIDENTE DO BASA A OUVIR OS QUASE 3000 FUNCIONÁRIOS E PERGUNTE A ELES ASSIM: VOCÊ FUNCIONÁRIO É A FAVOR DA PROPOSTA DO BANCO? SIM OU NÃO? O SENHOR ACEITA O DESAFIO??? RESPEITE AS PESSOAS O SENHOR NÃO É MELHOR DO QUE NINGUÉM SEU CARGO É POLÍTICO O CRITÉRIO NÃO É COMPETÊNCIA, PORTANTO, BAIXE SUA BOLA E RESPEITE APRENDA ISSO RESPEITE OS TRABALHADORES, PAIS E MÃES DE FAMÍLIA E JOVENS QUE ESTÃO DOIDO PRA SAIR DO BANCO!!!
Só gostaria de saber uma coisa, como vai ficar a situação agora? Não vejo um futuro para os Sindicatos, principalmente no Brasil. Alguém já participou das reuniões nacionais das centrais sindicais e dos sindicatos? E a UNE que hoje é um apêndice do PC do B, PT, e outros partidos de esquerda... Todos só servem para bater palma para Dilma e o Lula.
Veja o que saiu no SITE- Roberta Tum http://robertatum.com.br
O Basa não é mais aquele: a perda de clientes como a Itafós e outras coisas que colocam Kátia Abreu na linha de combate
Uma situação incômoda para os produtores rurais pode ir bater nas comissões permanentes do Senado ainda este ano, por força da articulação que promove a senadora Kátia Abreu(PSD) em defesa da classe. É que o Basa não é mais aquele... por mais propaganda nos outdoors e outros veículos circulem por aí. Um banco que nasceu para o fomento, caiu no varejo - e conforme denunciam seus clientes potenciais - está condicionando a venda de produtos ao cumprimento de suas funções institucionais.
Roberta Tum
Lourenço Bonifácio
Perda de clientes colocam Kátia Abreu na linha de combate
A Itafós, empresa de grande porte que já está em Arraias , viveu um caso interessante com o Basa – Banco da Amazônia - que tem como missão básica o fomento, utilizando recursos do FNO.
Desde o final do ano passado, a empresa tentava abrir uma conta no Basa para levantar R$ 100 milhões. A superintendência do banco no Estado não conseguiu vencer sua própria burocracia. Perdeu-se na tentativa de pesquisar e validar as ações da companhia no exterior.
O Itaú - banco comercial, diga-se de passagem – foi mais competente. Checou as ações da Itafós no mercado, utilizou-as como garantia e abriu a conta, emprestando não os R$ 100 milhões pretendidos, mas o dobro.
O caso, levado à reunião dos presidentes de federações rurais do Norte do País, que se reuniram em Palmas na sexta-feira passada, é apenas um que ilustra o que o setor já está chamando de “incompetência do Basa em cumprir suas funções”. Uma tabela exibida pela senadora Kátia Abreu durante o evento mostra a queda nos valores totais de financiamentos com recursos do FNO não só no Tocantins, como em diversos outros estados do Norte do País.
No centro das reclamações dos clientes e potenciais clientes, a política de varejo que o banco adotou: é o lucro a qualquer custo. Exemplo: se um produtor tem um projeto para analisar a possibilidade de crédito, tem que pagar 5% do seu valor a título de taxa para análise. Se vai renegociar uma dívida, para que sua proposta seja analisada, tem que renegociar o todo, e adquirir um produto de capitalização.
Coisas comuns no dia a dia de bancos, alguns podem dizer. Sim. De bancos voltados ao lucro, e que emprestam com o seu dinheiro. Não para um banco de fomento, que tem outra prioridade
E qual a conseqüência disto? Sobra dinheiro no Basa, falta para quem quer produzir, e os que conseguem escapar desta equação, migram pra bancos como o Bradesco, ou o BNDES.
Briga dura pela frente
Agora o principal: a mobilização que cada estado começa a fazer com os seus representantes, deflagrada pela senadora Kátia Abreu para convocar numa das comissões permanentes do Senado, a diretoria do Basa a dar explicações. O banco deve cumprir sua missão, seu objetivo. E a cobradora é ninguém menos que a senadora que preside a CNA, agora por mais três anos. Aqui, preside a Faet.
Kátia está, por assim dizer, com a faca e o queijo na mão, pois tem a possibilidade rara de mobilizar nas duas frentes que ocupa: no parlamento e dentro da categoria.
E quem quer Kátia Abreu pela frente numa briga destas? Difícil achar quem se habilita. Os números mostrados pela senadora aos parceiros são claros: 2008: 1 bi, 265 milhões emprestados; 2009 – 1 bi, 400 milhões e 2010: 895 milhões.
É inegável a queda dos investimentos dos recursos do FNO. Poderiam ser mais e mais milhões empregados em gerar produção. Se não tivessem pela frente a burocracia e agora a vocação para o varejo por parte do Basa. Uma briga que está só começando, e promete render seus capítulos mais interessantes no Congresso Nacional.
O Basa não é mais aquele: a perda de clientes como a Itafós e outras coisas que colocam Kátia Abreu na linha de combate
Uma situação incômoda para os produtores rurais pode ir bater nas comissões permanentes do Senado ainda este ano, por força da articulação que promove a senadora Kátia Abreu(PSD) em defesa da classe. É que o Basa não é mais aquele... por mais propaganda nos outdoors e outros veículos circulem por aí. Um banco que nasceu para o fomento, caiu no varejo - e conforme denunciam seus clientes potenciais - está condicionando a venda de produtos ao cumprimento de suas funções institucionais.
Roberta Tum
Lourenço Bonifácio
Perda de clientes colocam Kátia Abreu na linha de combate
A Itafós, empresa de grande porte que já está em Arraias , viveu um caso interessante com o Basa – Banco da Amazônia - que tem como missão básica o fomento, utilizando recursos do FNO.
Desde o final do ano passado, a empresa tentava abrir uma conta no Basa para levantar R$ 100 milhões. A superintendência do banco no Estado não conseguiu vencer sua própria burocracia. Perdeu-se na tentativa de pesquisar e validar as ações da companhia no exterior.
O Itaú - banco comercial, diga-se de passagem – foi mais competente. Checou as ações da Itafós no mercado, utilizou-as como garantia e abriu a conta, emprestando não os R$ 100 milhões pretendidos, mas o dobro.
O caso, levado à reunião dos presidentes de federações rurais do Norte do País, que se reuniram em Palmas na sexta-feira passada, é apenas um que ilustra o que o setor já está chamando de “incompetência do Basa em cumprir suas funções”. Uma tabela exibida pela senadora Kátia Abreu durante o evento mostra a queda nos valores totais de financiamentos com recursos do FNO não só no Tocantins, como em diversos outros estados do Norte do País.
No centro das reclamações dos clientes e potenciais clientes, a política de varejo que o banco adotou: é o lucro a qualquer custo. Exemplo: se um produtor tem um projeto para analisar a possibilidade de crédito, tem que pagar 5% do seu valor a título de taxa para análise. Se vai renegociar uma dívida, para que sua proposta seja analisada, tem que renegociar o todo, e adquirir um produto de capitalização.
Coisas comuns no dia a dia de bancos, alguns podem dizer. Sim. De bancos voltados ao lucro, e que emprestam com o seu dinheiro. Não para um banco de fomento, que tem outra prioridade
E qual a conseqüência disto? Sobra dinheiro no Basa, falta para quem quer produzir, e os que conseguem escapar desta equação, migram pra bancos como o Bradesco, ou o BNDES.
Briga dura pela frente
Agora o principal: a mobilização que cada estado começa a fazer com os seus representantes, deflagrada pela senadora Kátia Abreu para convocar numa das comissões permanentes do Senado, a diretoria do Basa a dar explicações. O banco deve cumprir sua missão, seu objetivo. E a cobradora é ninguém menos que a senadora que preside a CNA, agora por mais três anos. Aqui, preside a Faet.
Kátia está, por assim dizer, com a faca e o queijo na mão, pois tem a possibilidade rara de mobilizar nas duas frentes que ocupa: no parlamento e dentro da categoria.
E quem quer Kátia Abreu pela frente numa briga destas? Difícil achar quem se habilita. Os números mostrados pela senadora aos parceiros são claros: 2008: 1 bi, 265 milhões emprestados; 2009 – 1 bi, 400 milhões e 2010: 895 milhões.
É inegável a queda dos investimentos dos recursos do FNO. Poderiam ser mais e mais milhões empregados em gerar produção. Se não tivessem pela frente a burocracia e agora a vocação para o varejo por parte do Basa. Uma briga que está só começando, e promete render seus capítulos mais interessantes no Congresso Nacional.
O Basa não é mais aquele: a perda de clientes como a Itafós e outras coisas que colocam Kátia Abreu na linha de combate
Uma situação incômoda para os produtores rurais pode ir bater nas comissões permanentes do Senado ainda este ano, por força da articulação que promove a senadora Kátia Abreu(PSD) em defesa da classe. É que o Basa não é mais aquele... por mais propaganda nos outdoors e outros veículos circulem por aí. Um banco que nasceu para o fomento, caiu no varejo - e conforme denunciam seus clientes potenciais - está condicionando a venda de produtos ao cumprimento de suas funções institucionais.
Roberta Tum
Lourenço Bonifácio Perda de clientes colocam Kátia Abreu na linha de combate
Perda de clientes colocam Kátia Abreu na linha de combate
A Itafós, empresa de grande porte que já está em Arraias , viveu um caso interessante com o Basa – Banco da Amazônia - que tem como missão básica o fomento, utilizando recursos do FNO.
Desde o final do ano passado, a empresa tentava abrir uma conta no Basa para levantar R$ 100 milhões. A superintendência do banco no Estado não conseguiu vencer sua própria burocracia. Perdeu-se na tentativa de pesquisar e validar as ações da companhia no exterior.
O Itaú - banco comercial, diga-se de passagem – foi mais competente. Checou as ações da Itafós no mercado, utilizou-as como garantia e abriu a conta, emprestando não os R$ 100 milhões pretendidos, mas o dobro.
O caso, levado à reunião dos presidentes de federações rurais do Norte do País, que se reuniram em Palmas na sexta-feira passada, é apenas um que ilustra o que o setor já está chamando de “incompetência do Basa em cumprir suas funções”. Uma tabela exibida pela senadora Kátia Abreu durante o evento mostra a queda nos valores totais de financiamentos com recursos do FNO não só no Tocantins, como em diversos outros estados do Norte do País.
No centro das reclamações dos clientes e potenciais clientes, a política de varejo que o banco adotou: é o lucro a qualquer custo. Exemplo: se um produtor tem um projeto para analisar a possibilidade de crédito, tem que pagar 5% do seu valor a título de taxa para análise. Se vai renegociar uma dívida, para que sua proposta seja analisada, tem que renegociar o todo, e adquirir um produto de capitalização.
Coisas comuns no dia a dia de bancos, alguns podem dizer. Sim. De bancos voltados ao lucro, e que emprestam com o seu dinheiro. Não para um banco de fomento, que tem outra prioridade
E qual a conseqüência disto? Sobra dinheiro no Basa, falta para quem quer produzir, e os que conseguem escapar desta equação, migram pra bancos como o Bradesco, ou o BNDES.
Briga dura pela frente
Agora o principal: a mobilização que cada estado começa a fazer com os seus representantes, deflagrada pela senadora Kátia Abreu para convocar numa das comissões permanentes do Senado, a diretoria do Basa a dar explicações. O banco deve cumprir sua missão, seu objetivo. E a cobradora é ninguém menos que a senadora que preside a CNA, agora por mais três anos. Aqui, preside a Faet.
Kátia está, por assim dizer, com a faca e o queijo na mão, pois tem a possibilidade rara de mobilizar nas duas frentes que ocupa: no parlamento e dentro da categoria.
E quem quer Kátia Abreu pela frente numa briga destas? Difícil achar quem se habilita. Os números mostrados pela senadora aos parceiros são claros: 2008: 1 bi, 265 milhões emprestados; 2009 – 1 bi, 400 milhões e 2010: 895 milhões.
É inegável a queda dos investimentos dos recursos do FNO. Poderiam ser mais e mais milhões empregados em gerar produção. Se não tivessem pela frente a burocracia e agora a vocação para o varejo por parte do Basa. Uma briga que está só começando, e promete render seus capítulos mais interessantes no Congresso Nacional.
Uma situação incômoda para os produtores rurais pode ir bater nas comissões permanentes do Senado ainda este ano, por força da articulação que promove a senadora Kátia Abreu(PSD) em defesa da classe. É que o Basa não é mais aquele... por mais propaganda nos outdoors e outros veículos circulem por aí. Um banco que nasceu para o fomento, caiu no varejo - e conforme denunciam seus clientes potenciais - está condicionando a venda de produtos ao cumprimento de suas funções institucionais.
Roberta Tum
Lourenço Bonifácio Perda de clientes colocam Kátia Abreu na linha de combate
Perda de clientes colocam Kátia Abreu na linha de combate
A Itafós, empresa de grande porte que já está em Arraias , viveu um caso interessante com o Basa – Banco da Amazônia - que tem como missão básica o fomento, utilizando recursos do FNO.
Desde o final do ano passado, a empresa tentava abrir uma conta no Basa para levantar R$ 100 milhões. A superintendência do banco no Estado não conseguiu vencer sua própria burocracia. Perdeu-se na tentativa de pesquisar e validar as ações da companhia no exterior.
O Itaú - banco comercial, diga-se de passagem – foi mais competente. Checou as ações da Itafós no mercado, utilizou-as como garantia e abriu a conta, emprestando não os R$ 100 milhões pretendidos, mas o dobro.
O caso, levado à reunião dos presidentes de federações rurais do Norte do País, que se reuniram em Palmas na sexta-feira passada, é apenas um que ilustra o que o setor já está chamando de “incompetência do Basa em cumprir suas funções”. Uma tabela exibida pela senadora Kátia Abreu durante o evento mostra a queda nos valores totais de financiamentos com recursos do FNO não só no Tocantins, como em diversos outros estados do Norte do País.
No centro das reclamações dos clientes e potenciais clientes, a política de varejo que o banco adotou: é o lucro a qualquer custo. Exemplo: se um produtor tem um projeto para analisar a possibilidade de crédito, tem que pagar 5% do seu valor a título de taxa para análise. Se vai renegociar uma dívida, para que sua proposta seja analisada, tem que renegociar o todo, e adquirir um produto de capitalização.
Coisas comuns no dia a dia de bancos, alguns podem dizer. Sim. De bancos voltados ao lucro, e que emprestam com o seu dinheiro. Não para um banco de fomento, que tem outra prioridade
E qual a conseqüência disto? Sobra dinheiro no Basa, falta para quem quer produzir, e os que conseguem escapar desta equação, migram pra bancos como o Bradesco, ou o BNDES.
Briga dura pela frente
Agora o principal: a mobilização que cada estado começa a fazer com os seus representantes, deflagrada pela senadora Kátia Abreu para convocar numa das comissões permanentes do Senado, a diretoria do Basa a dar explicações. O banco deve cumprir sua missão, seu objetivo. E a cobradora é ninguém menos que a senadora que preside a CNA, agora por mais três anos. Aqui, preside a Faet.
Kátia está, por assim dizer, com a faca e o queijo na mão, pois tem a possibilidade rara de mobilizar nas duas frentes que ocupa: no parlamento e dentro da categoria.
E quem quer Kátia Abreu pela frente numa briga destas? Difícil achar quem se habilita. Os números mostrados pela senadora aos parceiros são claros: 2008: 1 bi, 265 milhões emprestados; 2009 – 1 bi, 400 milhões e 2010: 895 milhões.
É inegável a queda dos investimentos dos recursos do FNO. Poderiam ser mais e mais milhões empregados em gerar produção. Se não tivessem pela frente a burocracia e agora a vocação para o varejo por parte do Basa. Uma briga que está só começando, e promete render seus capítulos mais interessantes no Congresso Nacional.
Impressionante o enchimento de linguiça dessa proposta do banco eles falam como se o combate ao assédio moral e sexual , financiamento de pós-gradução, taxas menores para os bancários endividados do BASA por conta de anos de defasagem dos seus salários que consta no acordo coletivo COMO SE FOSSE UM GANHO o ponto eletrônco nem era pra constar ja que é obrigatório por lei a partir de janeiro de 2012, todas essas políticas devem ser permanentes sem precisar está em acordo coletivo pra ENCHER LINGUIÇA e o banco colocar como conquista prova assim a má fé dessa diretoria do BASA que mantem distância do trabalhador FORA DAQUI SEUS INCOMPETENTES na iniciativa privada ninguem quer esses diretores apadrinhados políticos e que têm ATÉ seguro para cobrir decisões erras assim até eu sou diretor do BASA!!!!
Pessoal, o que acontecerá se for instalado o dissídio? Até qdo. poderemos esperar por isso? Quem decidi: o Banco, o sindicato ou as assembléias? seria bom um esclarecimento. A essa altura, está parecendo que o Banco tem a palavra final.
A kátia abreu falou isso porque tirou o Tocantins como exemplo, imagina se pega como base os estados do Maranhão e Mato Grosso onde o Banco é mero enfeite para a sociedade, considerando que o Banco não opera mais o BNDES para o produtor rural por conta de normas arcaicas e exclusivas do Banco e setores da matriz que remam contra a realização de negócios com essa fonte, sendo q algumas das normas do Banco até desconsideram o que a lesgilação apregoa.
Na verdade, o Banco está indo totalmente contra a maré do mercado, enquanto temos agora Bradesco e Itaú fazendo uso do recurso do BNDES para atenderem os clientes na integralidade, e o BB operando de forma eficiente o FCO no centro-oeste, o Banco da Amazônia não fechou operações de BNDES com produtores rurais nos anos de 2010 e 2011...Na crise de 2008 por exemplo, enquanto o governo federal lançava a linha BNDES PSI para fortalecer a economia frente a crise mundial, o BASA que se diz parceiro do governo federal não realizou uma única operação de BNDES PSI, e não foi por falta de esforço das equipes do MA e MT. Agora pergunto, o que a sociedade matogrossense ou Maranhese deve achar desse Banco?
a Máscara, que para os empregados já havia caído, agora está caindo para a sociedade também. O caso da senadora kátisa Abreu foi só o começo.
Na verdade, o Banco está indo totalmente contra a maré do mercado, enquanto temos agora Bradesco e Itaú fazendo uso do recurso do BNDES para atenderem os clientes na integralidade, e o BB operando de forma eficiente o FCO no centro-oeste, o Banco da Amazônia não fechou operações de BNDES com produtores rurais nos anos de 2010 e 2011...Na crise de 2008 por exemplo, enquanto o governo federal lançava a linha BNDES PSI para fortalecer a economia frente a crise mundial, o BASA que se diz parceiro do governo federal não realizou uma única operação de BNDES PSI, e não foi por falta de esforço das equipes do MA e MT. Agora pergunto, o que a sociedade matogrossense ou Maranhese deve achar desse Banco?
a Máscara, que para os empregados já havia caído, agora está caindo para a sociedade também. O caso da senadora kátisa Abreu foi só o começo.
O banco do nordeste melhou a proposta dele, falta o banco da amazônia fazer a mesma coisa. estou torcendo para que essa reunião com o DEST em Brasilia amanhã ocorra mesmo e que tragam boas novas. Renan, boas colocações as suas. O BANCO PERDE EMPREGADOS TODOS OS DIAS POR CAUSA DO BAIXO SALÁRIO. isso não deixa de ser uma despesa a mais para o banco com novas contrações. Do ultimo concurso já chamaram mais de 700 pessoas.
irão, chamar uma para ocupar meu lugar, pois tem 03 candidatos na minha frente para eu ser chamado para a CEF (salário melhor, plano de saúde melhor).
irão, chamar uma para ocupar meu lugar, pois tem 03 candidatos na minha frente para eu ser chamado para a CEF (salário melhor, plano de saúde melhor).